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  • Os antigos Terapeutas Holísticos não cultivavam suas plantas terapêuticas, pois sabiam que se o vegetal espontaneamente escolhesse seu local de nascimento é porque aquele solo é o ideal, capaz de proporcionar-lhe um máximo de vitalidade e, por conseqüência, de efeito terapêutico. Na China Milenar, um dos critérios de avaliação da serventia de uma planta era a observação de seus sabores, cores, formatos, época de floração e de suas características de "personalidade". Analisemos uma planta por critérios subjetivos: o Dente-de-Leão vem conseguindo se desenvolver espontaneamente nas grandes cidades como São Paulo, apesar da poluição e das condições nada naturais deste ambiente. Nem por isso a planta deixou de participar da harmonia da Natureza, sendo, pois, indicada para toda pessoa que esteja "estressada", com dificuldades de sobrevivência, esgotada e intoxicada, a qual poderá, literalmente, "beber" da sabedoria deste vegetal e sobreviver nesta "selva de pedra".



MULUNGU
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Preço: R$ 10,00





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Fitoterapia em Cinco Movimentos Chineses

Flor de Mulungu - Fotógrafo: Henrique Vieira Filho

As tradições possuem milhares de anos de bons serviços prestados à humanidade e devem ser levadas a sério. As lendas e histórias sobre cada planta encerram uma sabedoria muito mais profunda que suas análises químicas atuais, e tem muitas informações sobre suas utilidades terapêuticas.

Os antigos observavam as características de "personalidade" de cada erva e já sabiam, por analogia, a que tipo de pessoa que ela auxiliaria por ressonância, independentemente de quais fossem seus sintomas físicos. Isso vem sendo resgatado nos dias atuais nas Terapias Florais. Já os antigos chineses, além destas analogias, faziam a análise do sabor de cada planta, classificando-a dentro dos Cinco Movimentos e, por conseqüência, já ficavam sabendo para que serviriam.

Comparados entre si, os "cinco sabores" são: amargo - evacuante e purgativo - "endurecedor"; doce ou insípido - diurético, sudorífico, dissipante, relaxante; picante - sudorífico, dissipante, dispersante; salgado - evacuante, purgativo, "suavisante" e ácido - evacuante, purgativo e retrátil. A estas propriedades iniciais, podemos acrescentar quatro tipos de "energia": fria, quente, fresca e morna. Além disto, há quatro "densidades" diferentes de "energia" que darão o "sentido" da ação terapêutica: ascendente (yang - alto), expansivas (yang - exteriot) - obtidas pelas ervas yang e descendentes (yin - baixo) e introspectivas (yin - interior) - obtidos pelas ervas yin.

Em cada meridiano existe uma raíz yin e outra yang. A função yang da Madeira mobiliza e põe em movimento, o que é estimulado pelo sabor ácido; entretanto, a absorção excessiva do ácido, que, por vocação é yin e retrátil, levaria ao efeito contrário, uma "paralisia", estimulando a raiz yin da Madeira. A função yang do Metal é retrair, secar, condensar, secar; já sua função yin é dissipar e humidecer; o picante, por sua vocação yin, se absorvido em excesso estimulará a função yin do Metal. A função yang do Fogo é ascensão e crescimento, enquanto que seu lado yin é endurecer; o amargo, por sua tendência yang, favorecerá a função de ascensão. A função yin da Terra é estruturar, modelar, controlar instintos e emoções, humidecer, enquanto a yang pode levar a idéias fixas, rigidez; por sua tendência yin, o doce favorecerá a raíz yin da Terra (observação: o doce industrializado é "quente", portanto, yang, com efeito contrário ao doce natural). A função yin da Água é amolecer, abrandar, enquanto que seu lado yang é o de endurecer; a tendência do salgado é favorecer a raiz yin da Água.

Simplificando, as plantas seriam classificadas pelo sabor + energia quente ou fria (yang ou yin), o que possibilita incontáveis combinações de efeitos terapêuticos, graças, ainda, às leis de Geração e de Dominância.

Este método tem se mostrado imbatível na prática de consultório. Como ninguém é exatamente igual a outro, não é adeqüado a escolha das ervas baseando-se apenas nas estatíticas sobre a utilidade de cada uma delas.

Usando-se a pulsologia, resgatamos a capacidade inconsciente que há em cada um de saber exatamente aquilo de que necessita, tal qual faz o animal quando está na selva. Se, infelizmente, o humano moderno não percebe conscientemente quando está diante do que lhe é remédio ou veneno, o pulso, entretanto, ainda reage perante esta escolha e nós podemos nos valer deste recurso para ter a convicção de estarmos escolhendo as melhores ervas para aquele indivíduo, naquele momento...

Segundo diversas culturas milenares, as ervas são símbolos de tudo o que é harmonizante e vivificante, restauram a saúde, a virilidade, a fecundidade, o parto e a riqueza. Foram os deuses quem descobriram suas propriedades terapêuticas, o que ilustra a crença universal que o equilíbrio só pode vir de uma dádiva divina, como tudo o que é ligado à vida. Para os cristãos, as ervas deviam a sua eficácia por terem sido encontradas pela primeira vez no monte do Calvário.

A planta, de modo geral, simboliza a energia solar condensada e manifesta, um prisma, decompondo o espectro solar em cores variadas. Captam, também, as forças ígneas da terra. Enquanto manifestação de vida, são inseparáveis das águas, que representam o não manifesto, portadoras de todos os germes, das potencialidades, as latências, sendo as plantas a representação do manifesto, da criação cósmica. Por acumularem estas forças, os antigos sempre viram nos vegetais propriedades saudáveis ou venenosas, daí o seu emprego também na magia. Quase todas as divindades femininas grego-romanas protegem a vegetação: Deméter (deusa das alternâncias entre a vida e a morte, bem como das terras cultivadas), Afrodite (Vênus, deusa da fecundidade), Artemis (Diana, selvagem deusa da natureza), além de algumas entidades masculinas como Ares (Marte, que simboliza a força bruta, é, também, protetor das colheitas, um dos deveres do guerreiro) e Dioniso (Baco, símbolo das forças de dissolução da pesonalidade, deus da fecundidade, da vegetação, das vinhas). No sincretismo afro-brasileiro, Ossâim é o responsável pelas ervas terapêuticas e sagradas, sendo seus iniciados conhecedores de suas serventias, bem como das palavras ritualísticas necessárias para libertar o axé (poder potencial) de cada planta. Aqueles que trabalhavam com as ervas em quase todas as culturas viam as plantas como símbolos vivos de entidades invisíveis, tais como deuses, elementais e espíritos, os quais deveriam ser evocados ou aplacados com o uso de palavras mágicas ou sacrifícios. O respeito à natureza os levava a não cultivar suas ervas, mas sim ir ao encontro das que nasceram espontaneamente na mata. Ainda hoje, os adeptos de Ossâim (orixá do sincretismo afrobrasileiro) costumam deixar uma vela verde, em troca do que retirarem, ou uma das folhas colhidas, para manter inalterado o equilíbrio do local.

É anterior à humanidade o uso terapêutico das plantas, pois os animais, instintivamente, sabem quais e quanto das ervas devem comer para melhorarem de seus distúrbios. O ser humano, cada vez mais se isolando da Natureza, foi perdendo esta capacidade de percepção. Mas, em algumas culturas, como as orientais e a indígena, mantiveram-se as tradições da utilidade atribuída a cada planta, muitas vezes transmitidas oralmente por milênios, havendo, ainda, tratados escritos em civilizações mais sofisticadas, como era o caso da chinesa e da egípcia.

Os antigos Terapeutas Holísticos não cultivavam suas plantas terapêuticas, pois sabiam que se o vegetal espontaneamente escolhesse seu local de nascimento é porque aquele solo é o ideal, capaz de proporcionar-lhe um máximo de vitalidade e, por conseqüência, de efeito terapêutico. Na China Milenar, um dos critérios de avaliação da serventia de uma planta era a observação de seus sabores, cores, formatos, época de floração e de suas características de "personalidade". Analisemos uma planta por critérios subjetivos: o Dente-de-Leão vem conseguindo se desenvolver espontaneamente nas grandes cidades como São Paulo, apesar da poluição e das condições nada naturais deste ambiente. Nem por isso a planta deixou de participar da harmonia da Natureza, sendo, pois, indicada para toda pessoa que esteja "estressada", com dificuldades de sobrevivência, esgotada e intoxicada, a qual poderá, literalmente, "beber" da sabedoria deste vegetal e sobreviver nesta "selva de pedra".

As tradições possuem milhares de anos de bons serviços prestados à humanidade e devem ser levadas a sério. As lendas e histórias sobre cada planta encerram uma sabedoria muito mais profunda que suas análises químicas atuais, e tem muitas informações sobre suas utilidades terapêuticas. Os antigos observavam as características de "personalidade" de cada erva e já sabiam, por analogia, a que tipo de pessoa que ela auxiliaria por ressonância, independentemente de quais fossem seus sintomas físicos. Isso vem sendo resgatado nos dias atuais nas Terapias Florais. Já os antigos chineses, além destas analogias, faziam a análise do sabor de cada planta, classificando-a dentro dos Cinco Movimentos e, por conseqüência, já ficavam sabendo para que serviriam.

A ciência dita oficial sempre trabalhou contra a credibilidade da Fitoterapia. Até mesmo quando aprova os efeitos terapêuticos de uma planta, acaba por prejudicar a técnica. Um bom exemplo disso é que, até alguns anos, praticamente todos os fitoterápicos eram OFICIALMENTE classificados como sendo de VENDA LIVRE, em nosso país. Ou seja, enquanto os mandatários das leis e normas brasileiras consideravam as plantas como sendo apenas "placebos", ou, quando muito, chás a serem consumidos por seus sabores, qualquer profissional poderia indicar os benefícios terapêuticos dos fitoterápicos. Por esta mesma classificação (venda livre), as empresas que industrializavam as ervas mantinham preços bastante acessíveis, diferentemente do que praticavam com produtos cuja rotulagem indicavam a necessidade de "receita médica", status este que possibilitava a comercialização por valores bem mais elevados... Muitos colegas, com certeza já tiveram a oportunidade de comparar produtos compostos pela mesmíssima planta, serem vendidos por preços díspares, ou MUITO mais baratos, ou MUITO mais caros, conforme estejam classificados como "chá", ou rotulados com "tarja vermelha"...

O fator econômico certamente foi um dos estímulos a que as plantas passassem a ser objetos de "estudos científicos" e que, grandes indústrias, repentinamente, considerassem "provados laboratorialmente" os efeitos terapêuticos de certas ervas sobre determinadas "doenças"... Ora, como no Brasil, a legislação e a jurisprudência são claras quanto ao fato de que, tanto o diagnóstico, quanto o tratamento de DOENÇAS é um MONOPÓLIO da classe MÉDICA, consequentemente, a cada fitoterápico que mudava sua classificação para "medicamento", automaticamente significaria que sua venda deixou de ser livre, passando a necessitar de RECEITA MÉDICA...

Restringindo ainda mais o quadro, em comum acordo entre o Conselho de Medicina e o de Farmácia (firmado em 1999), os farmacêuticos passaram a recusar e a denunciar como "exercício ilegal de medicina", qualquer fórmulação a ser manipulada e que origine de profissional NÃO-médico. Exceção feita à Terapia Floral, a qual, FELIZMENTE, é tida como NÃO-científica e enquanto assim permanecer classificada, MUITO MELHOR, pois continuará de uso LIVRE.

A injusta tendência a tornar produtos e serviços em "monopólios médicos" conta com a própria ingenuidade dos Fitoterapeutas. Uma simples visita às livrarias nos leva a constatar que a esmagadora maioria dos livros sobre fitoterápicos associa as plantas a "doenças de A a Z" !!! Ora, além disso ter levado seus autores a serem processados por "exercício ilegal de medicina", tais obras são fartamente usadas nos tribunais como "provas" para acusar os fitoterapeutas, além de terem sido fonte de consulta justamente para que, cada vez mais e mais plantas venham a ser classificadas como sendo de uso exclusivo para a classe médica... Disso tudo, resulta a listagem anexa, de fitoterápicos "PROIBIDOS a não-médicos", que certamente tomará de surpresa muitos de nossos colegas.

A única maneira de revertermos esta situação é a RE-educação de nós mesmos, passando o Terapeuta Holístico a valorizar a NOSSA própria profissão e parar definitivamente de "emprestar" de outras áreas, suas formas de pensar e de se expressar.

Os fitoterápicos, milenarmente utilizados, sempre foram explicados de forma totalmente diferente da visão químico-científica e a própria classificação por "doenças" é coisa recente (e pertencente aos médicos...), pois as TRADIÇÕES sempre ensinaram a terapia com vegetais, associando-os pela SINCRONICIDADE a cada situação de desarmonia.

Cabe a nós, defensores e praticantes da TERAPIA HOLÍSTICA resgatar a ARTE da fitoterapia e com isso, garantir que JAMAIS venha a tornar-se monopólio de profissão alguma. O que sempre foi de uso LIVRE assim merece continuar...

E, paralelamente, estarmos sempre atentos ao cumprimento das leis e resoluções do governo, pois, por mais que restrinjam os meios, todo bom Terapeuta Holístico sempre encontrará um novo instrumento de atuação, capaz de ampliar a QUALIDADE DE VIDA de nossos Clientes.

Comparativamente às correntes teóricas que baseiam-se em tabelas pré-concebidas que relacionam sintomas a fitoterápicos, a escolha pela Pulsologia e Pontos de Alarme mostrou-se muito mais dinâmica e adaptável a cada Cliente e de resultados bastante eficientes, especialmente no tocante à ampliação da auto-consciência. Do ponto de vista legal, esta abordagem da Fitoterapia igualmente mostrou-se mais adequada, justamente por possibilitar ao terapeuta Holístico trabalhar com as plantas em formato absolutamente diferente da abordagem praticada pela classe médica, evitando-se, assim, polêmicas judiciais.

A Fitoterapia em Cinco Movimentos possibilita ao Terapeuta Holístico trabalhar resgatando a simplicidade original das técnicas milenares. O enfoque através dos Cinco Movimentos Chineses e a seleção das plantas graças à reação ao toque e/ou à Pulsologia de Nogier, torna a terapêutica muito mais dinâmica e perfeitamente adaptável a cada atendimento. A isso se soma a grande vantagem de que esta abordagem está em total conformidade à legislação brasileira e às NTSV – Normas Técnicas Setoriais Voluntárias da Terapia Holística.



Texto extraido de: http://www.sinte.com.br/revistaterapiaholistica/tradicionais/fitoterapia/142-fitoterapia#ixzz1lYYg3byo 
Direitos Autorais: SINTE - SINDICATO DOS TERAPEUTAS 

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